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Esgotamento criativo?

Foto: Pinterest

03/09/2021

Essas duas últimas semanas foram meio estranhas por aqui! Para falar a verdade, não sei se foi as duas últimas semanas ou se foi algo de repente. É que eu entrei num colapso interno de ansiedade esses dias e isso deu uma bagunçada na minha rotina. Senti uma enorme vontade de desistir de várias coisas, mas a ideia de que eu não poderia desistir começou a brigar dentro de mim e fiquei desestabilizada.

Teve um dia que coloquei a culpa no frio, "porque eu não me sinto produtiva no frio", mas depois comecei a colocar a culpa na minha desorganização, na minha casa, no meu sono, em tudo. E sem solução encontrada. Até arrisco dizer que se tudo isso estivesse ok ou perfeito, o sentimento ainda estaria aqui.

Eu sempre tenho esses momentos e é como se meu corpo e mente suplicassem por uma pausa. Pausa da vida corrida, das notificações do meu celular, da necessidade de produzir conteúdo. Isso tudo cansa. Tem certos momentos que queria só ser eu mesma, sem necessidade de "prestar contas".

Tem uma música nova que o Kadoshi vai dançar, até já começamos a criar a coreografia dela, e a coloquei para tocar, mas eu não queria dançar a coreografia, eu queria dançar qualquer coisa, que meu corpo conduzisse os passos espontaneamente. Eu poderia ter terminado e coreografar? Poderia. Mas naquele momento eu só queria dançar.

E hoje eu conheci uma música nova que me fez ter vontade de criar algo. Até comecei a ensaiar uns passos de acordo com o que sentia, mas logo desisti depois de querer gravar. O peso de ter um vídeo artístico na dança é demais para mim.

Tive que usar muito minha criatividade e acho que fiquei cansada! Faz parte. 

salto temporal

12/03/2022

Estava lendo o livro Despertar Criativo de uma das minhas musas criativas Fernanda Longoni e sua irmã Amanda Longoni, e me deu uma vontade de criar. Coincidentemente, resovi reler alguns rascunhos aqui do blog (vocês não tem noção do quanto tem por aqui) e cai nesse relato do ano passado. O mais louco - ou incrível, depende do seu ponto de vista - é que no livro retrata muito sobre colocarmos no mundo nossas ideias, compartilhar para que outras pessoas possam se identificar e se conectar com aquilo que foi criado. 

Como você acabou de ler meu relato pode perceber que eu fiquei com certo receio de fazer um vídeo de dança pois coloquei um peso do perfeccionismo em cima disso. E tenho percebido que tem sido uma constante por aqui, por mais que meu discurso seja anti-perfeição na maioria das vezes, algumas coisas ainda são difíceis de não gerar altas expectativas. 

Uma das coisas que as autoras retratam no livro é sobre a resiliência em terminar o que está criando, pois muitas vezes finalizar um projeto, uma história ou uma arte é mais difícil do que parece. Quando definimos que algo terminou não há a possibilidade de "melhorar" aquele projeto, pois nunca estamos satisfeitos com aquilo que produzimos. È mais fácil ter um projeto que não batemos o martelo sobre seu fim e poder "melhorá-lo", do que finalizar algo que achamos não estar bom o suficiente. Segredo: nós nunca vamos achar que está bom o suficiente.

Como por exemplo, esse texto. O meu relato estava largado nos rascunho assim como tantos outros, mas hoje eu resolvi finalizar, mesmo 6 meses depois de tê-lo escrito. Se eu acho que agora está perfeito? Longe disso, mas pelo menos finalizei.

No final das contas, o esgotamento não é criativo, mas sim das autocobranças que nos paralisam, e nos fazem sempre parar na metade, ou mesmo um pouco antes do final, pois elas geram medo e inseguranças. E eu cansei mesmo delas.

Agora me diz, devo trazer uma resenha mais completa sobre o libro Despertar Criativo por aqui? Comenta aqui embaixo.

Me expressando

Foonte: Pinterest
Por muito tempo esse espaço foi um local de refúgio para mim. E volta e meia eu venho aqui para me reconectar com a sensação de segurança e abrigo que ele me proporciona. Apesar de saber que, atualmente, as pessoas não consomem tanto conteúdo em texto, ainda mais em blogs. Eu continuo insistindo.

Só de pensar nisso me bate uma saudade da era que os blogs estavam em alta. :´)

O meu objetivo não é falar de mais um assunto que me incomoda, ou fazer mais um texto reflexivo sobre a vida (talvez sim) mas de um tema que me anima. Expressão.

Nunca fui muito boa em me expressar, ou pelo menos não do jeito "convencional". Mas aprendi que a comunicação faz parte da personalidade de cada um e deve ser trabalhada de acordo com as necessidades e as particularidades do ser chamado humano.

Eu sempre gostei de usar a arte como forma de expressão dos meus sentimentos. A escrita foi a primeira, depois vieram a dança e o teatro. Admitir que o que eu fazia - e faço - é arte e que sou uma artista (incompreendida) foi um processo argiloso, mas como podem ver, não é mais uma questão tão problemática para mim.

Não é sobre fazer arte ou não, mas sobre expressão. É mais fácil, para mim, encontrar formas de dizer o que estou sentindo com uma dança espontânea do que em palavras. Ou escrever do que dizer, embora nas duas ações abusem das palavras.

Desde que iniciei a blogar, os meus objetivos em compartilhar foram mudando. No início eu queria fazer parte do hype dos blogs, e era bem legal a sensação de comunidade que havia por aqui. Hoje em dia é mais uma terra de ninguém, que de vez em quando aparece um perdido - que eu tenho plena convicção que jogou o meu nome no Google e caiu aqui de paraquedas. 

O fato é que eu gosto daqui, sempre gostei, gosto de escrever palavras soltas na tela em branco. Mas não é só isso, eu gosto de tentar "ensinar algo" ou compartilhar alguma coisa bacana (alguém ainda usa esse adjetivo?), ou ainda escrever histórias, por mais que não estejam muito mais no meu cotidiano, por que não?

A Jéssica de 2012, 14 anos, que estava entrando no ensino médio, criou o blog para publicar textos "profundos" sobre suas desilusões amorosas, fotos inspiradoras de gatinhos e resenhas de livros enormes que lia é completamente diferente da Jéssica de 2021, 23 anos nas costas, nutricionista, empreendedora, metida a tiktoker e com algumas responsabilidades nas mãos. 

- O que essa Jéssica publicaria? Eu não sei... ainda.

*Já aviso que não vou publicar dicas de nutrição, porque isso eu já faço em outro espaço (obrigada). Se quiser acompanhar só clicar aqui

Talvez essa outra fase seja para falar dos perrengues e brilhos do empreendorismo e fazer resenhas de livros "técnicos"? Provavelmente sim, mas sem perder a essência da Jéssica que amava uma história romântica, que fazia reflexões e desabafos sobre a vida e seus sentimentos. 

Eu cansei de dividir essas duas veersões, por isso o mashup aparecerá mais vezes nessa página.

Para finalizar, eu acredito que tenha dado para entender que quero me reconectar com aquilo que eu sempre gostei de fazer, que é me expressar, seja através de um texto, ensinando, compartilhando algo que li, sem aquela obrigação, mas com o coração aberto para aprender coisas novas e me desapegar um pouco de alguns formatos que eu mantive em todos esses anos.

Esse espaço continua sendo um refúgio para mim e fico muito feliz dele crescer e evoluir junto comigo. E fico feliz de ter você aqui acompanhando esse processo. Obrigada.

Um relato sobre o The Send Brasil 2020


Faz exatamente um ano que esse evento aconteceu e eu ainda não consegui falar nada sobre ele aqui. Chegou o dia. (Sim, vou falar de um evento que tinha mais de 80 mil pessoas - pelo menos onde estava, e agora estamos numa época que deve-se evitar aglomeração de pessoas, é irônico).

O The Send. 

Antes de eu começar a falar que nem uma louca empolgada aqui, vou dar uma leve explicada para você que não sabe do que estou falando e nem sequer ouviu falar do The Send (acontece).

O The Send significa em inglês: o envio. Basicamente trata-se do envio de missionários às nações. Se você quiser saber sobre a história do The Send, acho interessante clicar aqui, que tem uma explicação melhor do que eu posso dar.  Para mim não é um evento, mas para facilitar a minha vida vou mencioná-lo como evento durante esse post. 

Ano passado o The Send aconteceu no dia 23 de fevereiro em Orlando, Califórnia. Eu nem sabia da existência do evento e estava de certa forma perdida em relação a isso. Então fui atrás, coloquei The Send no Google e apareceu um vídeo de cantores e pastores que eu acompanho nesse evento. Então assisti esse vídeo e meu coração queimou. 

Depois soube que um amigo meu que está pra lá tinha ido nesse evento (inclusive apareceu numa das fotos publicadas pela página do The Send), me senti representada. Me convenci que no próximo eu iria, já que estavam anunciando que seria aqui no Brasil. Eu estava esperançosa de que fosse em Curitiba, para ser mais fácil, mas não, tinha que ser em São Paulo. Por mais que eu tenha hesitado, no primeiro dia que abriu a compra de ingressos eu comprei.

Em junho de 2019 eu comprava os ingressos, sem saber como eu iria, e depois comprei as passagens de avião e a hospedagem. Tudo isso 8 meses antes do evento. Se isso não é empolgação, bom eu não sei. 

Na época eu nem queria pensar muito sobre o evento para não gerar ansiedade e muitas expectativas. Mas era difícil não pensar vez ou outra. Foi a primeira vez que peguei um avião na vida, e com certeza vai ficar marcado na minha vida por isso também. Além disso, ficamos hospedados em uma pousada muito bonitinha e super aconchegante. Estávamos temerosas pelo atendimento ser feito totalmente sozinho, pois tudo é digital. Mas graças a Deus foi tudo incrível por lá, sem imprevistos. 

Eu olho para trás e é difícil de acreditar que aconteceu mesmo, mas aconteceu. 

Eu estava empolgada para o que Deus tinha para fazer naquele lugar e ao mesmo tempo estava receosa de me frustrar. Minhas amigas, a Ju e eu fizemos planos para fazer em SP além do The Send, porém, estes foram praticamente todos frustrados, por vários motivos. Confesso que isso me chateou um pouco durante a viagem, mas tentei manter o foco no objetivo pelo qual estávamos ali. 

Deus sempre colocava uma frase no meu coração assim: "haverão outras oportunidades". E me agarrei naquilo. Não era a nossa última viagem da vida, com certeza. Era só o começo.

No sábado eu ficava pensando sobre o quão louco era 3 estádios estarem cheios de pessoas adorando a Deus unidos por um propósito. Levantando clamor por causas juntos. Para mim era algo sensacional de imaginar e de fazer parte. Ficava pensando em como daqui muitos anos eu contaria para meus filhos sobre isso. "Eu estava lá". 

Eu não queria perder nenhum momento, tanto é que fiquei muito tempo sem comer e beber água. Aliás, a água. A gente só percebe o quanto ela é importante quando ela nos falta. Tivemos esse problema no estádio do Morumbi. Eu como profissional de saúde sei o quanto isso afeta às pessoas, mas não conseguia reclamar sobre a situação sabe? Sabia que até nisso Deus queria mostrar algo.

Eu estava morrendo de fome, morrendo de sede, me queimei muito, passei mal por um tempo por causa do sol forte sobre nossas cabeças. Então veio a chuva. Aquela chuva foi o refrigério da minha alma, depois dela eu não senti mais nada. Nem fome, nem sede, nem cansaço. Pelo menos eu não me lembro.

O The Send realmente me instigou a fazer muitas coisas diferentes na minha vida, apesar de ser falha, creio que foi um marco e o pontapé inicial para as coisas mudarem.



Uma publicação compartilhada por pedro (@pedromamore) em
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Foto de um fotógrafo que acompanho e admiro muito! Pedro você arrasa! Esse foi um dos meus momentos favoritos! Na foto Jeremy Riddle.

Sabe, a gente não é obrigado a concordar com tudo. Eu não posso afirmar que todas as pessoas estavam com a intenção genuína de adorar a Deus por 12h, eu creio que a maioria sim estava, mas sei que podem existir pessoas que foram apenas por causa do evento e é assim que acontece. No entanto, é preferível que estejam em um lugar que tenha a presença de Deus, não é mesmo?

Quando eu voltei da viagem vi muitas críticas ao evento, porém, não podemos apenas atacar um movimento desses. Quem estava lá de coração aberto com certeza sentiu a presença de Deus. Óbvio que você pode sentir a presença em qualquer lugar, mas não tiro a importância do ajuntamento. Sempre devemos reter aquilo que é bom.

A ironia é estarmos nesse momento que devemos evitar aglomerações, abraços, até ficar em casa, não é mesmo? Lembro da minha amiga (que é estudante de enfermagem) super rpeocupada com a situação, e chegou a levar um frasco cheio de álcool em gel e nos obrigava a passar toda hora.

Acho que para um relato já está bom o suficiente, esse posta já ficou muito comprido. Aos poucos eu trago aquilo que ficou marcado no meu coração durante e depois do The Send.

Obrigada por ler até aqui, você é um vencedor.

2020 - O ano da adaptabilidade

Photo by Alex Simpson on Unsplash

O clássico resumão do ano não poderia faltar por aqui né? Todo ano eu faço essa avaliação de tudo que aconteceu, o que fiz, o que me marcou. E se tem algo que eu posso dizer que me marcou foi o ano de 2020, de diversas formas. 

A primeira coisa que me vem a mente é que nem sempre o que a gente planeja pode dar certo, porque existe uma infinidade de coisas que podem interferir na execução, tipo uma pandemia, né? Quantas metas, sonhos, planos que colocamos como 'regra' para 2020. Até o que estava certo, acabou tendo que ser adiado, como a minha formatura, que confesso, no início foi muito difícil de aceitar. 

Algo dentro de mim gosta de métodos, sistemas, previsibilidade e de ter controle da situação, tudo o que 2020 arrancou da gente né? Me ensinou, de certa forma, na marra que preciso ser adaptável e flexível com a situação da vida. 

No início do ano, fiz uma viagem com os Artistas de Cristo para Toledo e Paraguai a fim de levar o amor de Cristo e de ter um treinamento intesivo de artes, foi uma experiência incrível e que vou levar no meu coração para sempre, o que me fez imaginar um ano totalmente diferente e "agitado" digamos assim. Além disso em Fevereiro, fiz minha primeira viagem de avião com minha irmã e amigas para São Paulo, por causa do The Send ~ até escrevi sobre minha experiência por lá, mas acabei não postando, pode ser que o post ainda saia, se fizer sentido.

Em março, comecei a trabalhar num escritório de contabilidade com minha amiga (alô Ana Paula <3), eu estava amando ter uma rotina de novo, o trabaho era tranquilo, além de ser maravilhoso ver sua amiga todos os dias. Mas durou apenas 22 dias, a pandemia  tirou essa alegria de mim. hahah

Depois foram dias e mais dias sem saber o que fazer, alguns tentando ser produtiva, fazer exercícios, com vontade de mudar o meu mundo, já em outros, levantar da cama não era uma opção válida. Senti que esse ano foi um grande looping de um dia só com mudança de alguns detalhes.

Mas de longe, eu não quero dizer que esse ano foi muito ruim. Não foi como eu esperava? Nem um pouco. Tive que tomar decisões difíceis? Muitas. Quero apagar o ano da miha vida? Talvez ahhaha. 

Uma das minhas maiores dificuldades foi ter que correr atrás do meu trabalho. Lá em agosto decidi começar a divulgar meu trabalho como nuticionista e confesso que essa vida de empreendedora é uma grande montanha russa com altos e baixos. Além disso, no finalzinho desse ano aluguei uma salinha para atender meus pacientes e estou muito feliz com essa conquista, embora nenhum paciente ainda tenha pisado lá.

Além disso, senti muita falta de estar com meus amigos de forma presencial. Alguns eu conseguia ver pois iam na igreja, ma outros demoravam meses para ter a possibilidade de ser ver, sem muito tempo para conversar. Acredito que isso fez com que eu valorizasse ainda mais minhas amizades e o tempo que passamos juntos.

Me senti sozinha diversas vezes, mas isso já é coisa minha. E chorei muito. Se eu pudesse contar quantas vezes eu desabei em lágrimas e comparar com os outros anos, 2020 com certeza estaria no top 3. Não sei bem porquê, mas talvez por ter mais tempo para pensar e... sentir. 

Em contrapartida, no Kadoshi foi um ano de muito molde e crescimento. Apesar da pandemia, percebi que os laços entre nós foram estreitados a cada dia. No início foi muito difícil ter ensaios online, as vezes o espaço não colaborava, a internet, até mesmo o desânimo. Quando conseguimos voltar com os ensaios presenciais, tivemos que aprender a dançar com máscaras, o que não é muito favorável hahah. 

Por fim, me aproximei um pouco mais da leitura, graças ao kindle unlimited (não é publi, juro) eu tive acesso há vários livros diferentes, de temas e gêneros distintos. Pode ser que eu traga as resenhas dos livros que li por aqui em 2021. ~ Aliás, Amazon se quiser me dar um Kindle de presente eu aceito, viu?

Como nos últimos 2 anos, eu sempre defino um foco/tema do ano. Em 2020 era sobre crescer em cohecimento da palavra e cuidar de pessoas. Não posso dizer que cresci muito em relação a conhecimento bíblico, no primeiro semestre até li muito, avancei bastante nisso, mas não tive tanta constância. Sobre cuidar de pessoas, eu aprendi algumas coisas na marra, e tive que aprender a fazer isso a distância embora eu esteja longe de ser alguém muito bom nessa área, mas espero melhorar no ano que vem.

Para o ano de 2021, penso em perseverança. Eu percebi que eu tenho uma certea dificuldade de me manter focada ou motivada em alguma atividade, qualquer que seja ela, pois tentei fazer muuita coisa nesse ano que deixei de lado em poucos dias ou até semanas. Não quero mais largar as coisas pela metade e fazer tudo com excelência. 

Já tô com a roupa de ir para 2021, com uma cabeça transformada ~e traumatizada ~ com uma nova visão de mundo, alguns detalhes para ajeitar e esperançosa que essa situação vai melhorar em algum momento do ano que vem. Principal meta é ser vacinadah.

E para você, o que 2020 representa? Comenta aqui embaixo se sentir a vontade para compartilhar. <3

Oportunidade de mudança e comunhão

@familiagma
Como falei no post anterior, não tem sido fácil ficar em casa nesses dias. Não é nem pelo ficar em casa, mas por ser uma obrigação e ter que evitar sair, sem almoço de família na casa da vó, sem abraços, sem beijos, sem cultos na igreja. Sem comunhão.

Aah, como a comunhão é importante! E a gente vê sua importância quando não a temos, pois precisamos dela para prosseguir na caminhada com Cristo. O afeto, o suporte e a presença fazem parte da nossa vida diária. É por isso que as igrejas existem, para reunir pessoas num mesmo propósito e para que elas ajudem umas às outras.

E o ser humano é uma criatura relacional, precisa da sociedade para viver bem. É quase impossível ~ para não dizer impossível ~ uma pessoa viver sem se relacionar com outras pessoas e claro, com Deus. 

O relacionamento nos molda! 

Deixa eu te contar, desde que a quarentena começou eu tenho tido diversas "iniciativas", como disse no post anterior: comecei a fazer exercícios, tentei criar rotina e mudar tudo de uma vez por todas. Deu certo? Não. No entanto eu via que esse tempo era uma oportunidade de mudança, eu queria mudar algo. Até porque se eu ficasse sem fazer nada, enlouqueceria - meus amigos que são testemunha do meu jeito de ser. 

Então eu percebi o que eu poderia mudar/melhorar: relacionamento com Deus. E tenho aproveitado esse tempo livre para me aprofundar nesse relacionamento, de me conectar de tal forma que eu sinta necessidade de passar tempo no secreto. Ele tem me tratado em vários pontos da minha vida, me ensinando a ver pequenos detalhes e vejo que isso tem me feito crescer em maturidade.

Eu entendo que você esteja sentindo-se ansioso por conta de toda essa situação em que vivemos, inclusive eu mesma me vi dessa forma. E eu sei que a sensação de não saber para onde ir, qual o próximo passo e de não ter controle das coisas seja angustiante, mas você concorda comigo que sempre deveria ser assim? Não a situação da pandemia, mas da dependência total nEle.

Sempre foi sobre ser dependente, na verdade somos nós que queremos tomar o controle das coisas, decidir o que a gente acha melhor, quando no final das contas, Ele sempre está lá aguardando a gente soltar aquela pontinha de dúvida/insegurança e deixar que Ele cuide de tudo.

E quando tivermos a oportunidade de abraçar, beijar e nos reunir novamente, que possamos valorizar esses momentos e nos entregar a eles sem reservas.

Em tempos de quarentena, a moda é ser produtivo


Eu sei que ninguém mais aguenta ouvir falar sobre o tal novo coronavírus. Eu particularmente tenho detestado ligar a televisão, twitter, o facebook, o instagram e me deparar com cada vez mais notícias sobre a pandemia. O excesso de informações tem sufocado, e eu percebo que não é só comigo. 

Depois de tantas informações sobre como se prevenir da doença vieram as "500 formas de ser produtivo na quarentena", ou os "20 exercícios para fazer em casa" ou "10 livros para ler na quarentena" e assim por diante. Eu entendo a boa intenção das pessoas que postam essas coisas e sei muito bem que isso pode incentivar às pessoas a fazerem coisas novas. Mas entendo também que existem pessoas que não se sentem incentivadas, pelo contrário, tudo isso acaba gerando mais ansiedade

Então eu queria te dizer, você não precisa fazer mil coisas só porque os outros estão fazendo (nem deveria). Se avalie e pontue aquilo que faz sentido para você! Se você quer aproveitar para começar a fazer atividade física, ótimo, só não comece com um treino de uma hora no YouTube, comece com 10 minutos de alongamento. Se você quer aproveitar para voltar a ler, não baixe 10 livros e comece a ler todos ao mesmo tempo (essa é para mim), escolha um livro de cada vez. E assim por diante.

Longe de mim querer dizer o que você deve ou não deve fazer, é só um ponto de vista de quem estava passando por isso. Inclusive, eu tenho lido muito sobre rotina, produtividade e saúde mental, ainda mais nessa situação em que nos encontramos. É claro que vejo sim uma boa oportunidade de mudança, mas com calma, sem pressão, um dia de cada vez. 

Esse post já ficou grande demais para um desabafo, mas se você me permite, no próximo eu vou falar um pouco sobre as coisas que têm me dado forças e esperanças em tempos difíceis. Já adianto que a fonte da esperança é Jesus e que Ele não perdeu o controle.

Até o próximo post!

Hoje eu não arrumei a minha cama


Foi um daqueles dias esquisitos que a gente só existe, acorda e levanta tarde, toma café da manhã na hora do almoço e almoça na hora do lanche da tarde, caminha do quarto para a cozinha, da cozinha para o quarto e fica nesse loop infinito até o anoitecer.

Eu não sei bem qual o objetivo desse texto, não sei bem onde ele quer me levar. Isso mesmo, aqui a autora é levada pelo texto e não o contrário. Esses dias eu tenho me sentido meio perdida, desde que a minha rotina foi totalmente transformada, sinto como se fosse um corpo aleatório no mundo e ao mesmo tempo não. Bom, como posso explicar?

Na minha cabeça é como se eu estivesse em férias eternas, no entanto sei que preciso tomar a frente sobre alguns assuntos. Por exemplo decidir a área que pretendo trabalhar, e a minha consciência tem pesado um pouco sobre isso, pois no fundo no fundo eu sei que é necessário fazer uma escolha e planejar algumas coisinhas daqui para frente. 

Ao mesmo tempo, sei que Deus está cuidando de tudo, sabe? É uma certeza que preenche meu coração e que me permite ser feliz e me empolgar com os planos dEle que são extraordinariamente melhores que os meus.

A verdade é: enquanto eu não tenho a resposta, venho com a informação de que não tive nem a capacidade de arrumar a minha cama hoje, mas pode ser que amanhã seja diferente, por isso vamos vivendo um dia de cada vez.

Talvez você não goste de ler isso por aqui, mas vamos relevar que estou de férias eternas e estou me localizando na rotina. Até a próxima.


O texto estava guardadinho, mas foi escrito esses dias, viu? Hoje de verdade eu arrumei minha cama, tem dias e dias né?

Olá, 2020!


Eu gosto muito dessa vibe de final de ano/ano novo, que nós ficamos mais reflexivos, nostálgicos, criamos expectativas, colocamos metas e etc. Essa semana eu ouvi algo como "se queremos resultados diferentes por que continuamos fazendo as mesmas coisas?" e faz todo sentido. Nem sempre é fácil mudar alguns hábitos, mas sabemos que é possível, basta ter iniciativa, foco e consistência.

Eu estava lendo o meu post sobre metas de 2019, e se eu pudesse escrever de novo ele, eu escreveria. A verdade é que, querendo ou não, estou num momento diferente da minha vida, uma nova fase. É interessante pensar que em apenas um ano muitas coisas aconteceram e acabaram me moldando e me transformando em alguém melhor, creio eu. 

Como eu coloquei naquele texto "o que muda ao mudar o número de 2018 para 2019 (nesse caso para 2020)? Nada", mas isso gera algo dentro de nós, vontade de mudança e renova as nossas forças.

Uma nova década se inicia! (não vamos considerar o calendário romano, ok?)

É estranho pensar que há 10 anos atrás eu estava no fundamental e nem imaginava onde estaria agora. Quantas opiniões que não mudaram? Quanto a minha forma de pensar mudou? Meu estilo? Minhas convicções? Minha forma de reagir? Muito. Quantas versões minhas que existiram nesse tempo? Pois é. Houve transição da infância para a adolescência e da adolescência para uma jovem/adulta formada na faculdade. Jesus. 

Houve uma adolescente chata, que não sabia lidar com críticas, apaixonada por qualquer um, e que se apegava às amizades rasas do colégio, e agora uma jovem/adulta que parece ser mais legalzinha e que ainda não lida bem com críticas, mas já é bem melhor, que tem sim muitas amizades, só que profundas e com propósito. Houve a adolescente que não tinha bem opinião própria e que aceitava tudo que diziam e às vezes (quase sempre) era influenciada, agora tem a jovem/adulta que vez ou outra dá sua opinião e nem sempre é influenciada pelos outros. Eu disse nem sempre.

Enfim, a lista é grande, as mudanças foram muitas e sabe de uma coisa? GRAÇAS A DEUS. É incrível fazer esse exercício e perceber o quanto evoluí com o tempo. Antes eu achava que era perfeita intelectualmente falando, mas hoje eu percebo que a cada dia eu estou mais distante disso. Acho que essa é a dádiva de conhecer-se cada dia mais um pouco.

No início do ano eu coloquei um "tema", um objetivo que era ser mais dependente dEle, e como vi o agir de Deus nessa área, percebi em diversas situações a minha confiança e fé serem "testadas", digamos assim, e sim eu cresci muito. 

Para este ano estive pensando em coisas práticas para colocar na minha rotina e que me auxiliem no meu desempenho como bailarina, como alongamento, exercícios, me alimentar melhor e etc, coisas que eu venho tentado implementar nesse fim de ano, já que não é preciso esperar o ano virar para começar, não é mesmo? Mas sobre o tema creio que o objetivo desse ano seja crescer em conhecimento da Palavra e cuidar de pessoas, coisas que Ele já tem colocado faz um tempo no meu coração e que eu preciso sempre estar buscando.

Que esse ano seja dEle, que seja leve. E como eu disse ano passado: É ano novo, mas também é mais um dia. Seja bem vindo 2020, feliz dia novo.

Resumo 2° semestre/2019. Que ano!


Demorei né?

Depois de quatro meses sem dar as caras eu resolvi atualizar esse espaço. Me deu vontade de escrever. Muita coisa aconteceu nesse meio tempo e as coisas continuam acontecendo. Eu queria falar de cada uma detalhadamente, mas sei que não vai rolar, me conheço, então vou colocar as coisas em tópicos:
  • Virei obreira dos Artistas de Cristo, ou seja não sou mais estagiária.
  • Passei por mais dois estágios na faculdade, um eu amei e o outro eu não odiei tanto quanto pensei que odiaria, mas graças a Deus terminei.
  • E apresentei o TCC finalmente. Com louvor, graças.
  • Fiz a tão esperada prova do ENADE. Pensei que tinha ido abaixo da média, mas...
  • Minha pontuação me rendeu uma bolsa de 50% em uma Pós-Graduação. E isso foi um baita presente para mim.
  • Percebi que pior que escolher a faculdade, é escolher qual pós graduação. São muitas opções.
  • Assisti um espetáculo de uma companhia de dança maravilhosa, que me fez tomar uma iniciativa...
  • Comecei a fazer aula de dança contemporânea num Studio em Curitiba que já acompanhava nas redes sociais e tem sido incrível. Amo minha professora (Alô Glória Candemil!) e tudo que ela nos ensina.
  • E apresentamos um espetáculo agora no final do ano, foi uma experiência sensacional.
  • Com isso resolvi me alongar mais em casa, embora eu não esteja vendo resultado, sei que está fazendo a diferença de alguma forma, focando no objetivo.
  • Eu e meus amigos fizemos uma conferência na universidade, igual do ano passado, foi incrível mais uma vez.
  • Vou fazer um papel no musical da minha igreja (uma fala só, mas não deixa de ser legal :p).
  • E vou dançar também, como sempre, os ensaios estão a todo vapor.
  • Comecei a assistir Riverdale, eu sei que é uma série adolescente, não é boa, mas não é ruim. Tô na metade da 3ª temporada.
  • Tentei voltar a ler, mas tô meio de saco cheio e perdi total o hábito de leitura
  • Atualizei algumas coisas do blog, mudei a foto de perfil, a logo, algumas cores, não sei se deu para perceber, mas esses detalhes já demonstram como mudei desde que esse blog é blog.
Ok, colocando em tópicos parece pouca coisa, mas imagina isso tudo acontecendo ao mesmo tempo, claro que em graus de influência diferentes. Enfim, estou tentando organizar as minhas coisas como todo bom final de ano eu tento, nem sempre eu consigo. E sobre o futuro desta página, só Deus sabe, por enquanto eu a uso como refúgio.

Tudo bem que esse post foi mais para atualizar mesmo, e como sempre depois de trazer um post assim me encho de ideias para posts futuros. hehe
Então até a próxima. 

Não desista de tentar

DESTINY IS CALLING

Esse é mais um daqueles posts sem muitas correções por dois motivos: eu queria que ficasse o mais pessoal possível e porque eu resolvi escrevê-lo agora, são 22:30 e preciso postar hoje mesmo. Já estou planejando fazer um BEDA há algum tempo, precisamente há 2 meses, mas essa semana decidi que não ia fazer. Fiquei pensando que não daria conta e...

- Ok, Jéssica, mas calma, me explica esse negócio aí.

Basicamente, o BEDA é a sigla para Blog Every Day April/August e consiste em postar um post por dia no mês de abril ou agosto. Ou seja, é um desafio, que eu não sei bem quem criou, mas já existe faz um bom tempo na blogosfera. Entenderam porque eu tenho que postar hoje? 

Voltando...

Como eu estava dizendo, hoje eu senti que não daria certo me desafiar a esse ponto, é muito difícil gerar conteúdo bom todos os dias, pelo menos para mim que gosto de me atentar a detalhes, escolher foto, corrigir e etc. Inclusive, minhas aulas/estágios voltaram hoje e bateu aquele medo de me comprometer com algo e não terminar. 

Hoje mesmo minha professora citou aquela velha frase "feito é melhor que perfeito" no meio da aula e lembrei disso agorinnha no banho e OPA, cá estou. Percebi que o perfeccionismo - quase - me fez desistir antes mesmo de tentar. 

Postar todos os dias é uma coisa simples, não é impossível, no entanto isso vale para todas as coisas, sabe? Quantas coisas que deixamos de fazer por medo de não dar certo ou de não ser como imaginamos? Acabamos por ficar parados, sentados e acomodados na nossa zona de conforto. Daí eu lembrei que ontem no ônibus 2 caras estavam conversando (eu sei que é errado, mas eles estavam do meu lado, não deu para escapar) sobre a gente ficar adiando os nossos sonhos e colocando "tarefas! para postergar no intuito de "ufa, tenho mais um tempinho", aí que entra a imagem do início do post.

"Ontem você disse amanhã"

Agora, sobre os posts, eu não sei bem o que virá - embora eu tenha planejado por uns 2 meses - mas tentarei trazer devocionais, aquilo que Deus tem colocado no meu coração ou sobre o que li no dia,, até para exercitar e ajudar a organizar os conhecimentos relacionados à Palavra.

É isso, até amanhã e que Deus abençoe.


Mania de perder (auto)conexão

Eu sempre esqueço meu celular em algum lugar.

É até engraçado, quando acontece nem me admiro. Ontem foi um desses dias. Estava saindo de casa apressada (outro fato que já faz parte da minha vida), carregando duas bolsas e o celular na mão, pelo menos eu pensei que estivesse carregando. 

Entrando no carro, cumprimentei meu amigo e olhei dentro da bolsa, cadê o celular? Putz, esqueci em casa. Mas tudo bem, vou aproveitar os momentos com meus amigos - pensei - não ia ter sinal na chácara mesmo. Inclusive, foi incrível de verdade. Fazia tempos que não tinha um dia assim: comunhão, alinhamento, risadas, boa conversa, zoeira. Muita zoeira. 

Depois, quando cheguei em casa, lá fui eu atrás do celular. E cadê? Procurei por tudo mas não encontrava. A primeira coisa que passou pela minha cabeça é de que estaria no carro, afinal, eu achei que tinha levado, não é mesmo? Dei um jeito de conversar com meu amigo para que ele pudesse procurar. No final das contas, o celular estava o tempo todo no carro e eu não havia percebido.

Só poderia buscar o celular no dia seguinte. Fiquei um dia e meio sem alguns apps e foi, digamos, libertador. Me vi pensando sobre a necessidade de estar conectada o tempo todo e completamente abstraída por meros aplicativos, por conexões que nem sempre são reais.

Valeu a pena estar sem celular nesse período, não estar distraída com notificações de aplicativos, perdida no vácuo infinito que é o feed do Instagram, estar atenta ao que estava acontecendo ao meu redor e valorizar os momentos com meus olhos e não apenas em fotografias - que também são legais, no entanto, nem sempre precisamos estar com as câmeras apostas para registrar tudo e todos.

Quando peguei o celular, vi uma imensidão de mensagens e fiquei com vontade de esquecê-lo em outros lugares.


Já falei um pouco sobre isso em outros posts:

Resumo 1° semestre/2019

Já se passaram os primeiros seis meses desse ano, e aí?

No início do ano eu não fiz nenhum planejamento do que gostaria de fazer, apenas coisas pontuais mesmo. Mas eu tenho sonhos, projetos que precisam ser impulsionados com pequenas tarefas e se eu criar uma rotina e implementar no dia a dia, provável que no final do ano eu esteja em um ponto diferente do que estava antes. Óbvio. É comum nós separarmos o ano em alguns períodos para analisar se os nossos sonhos e projetos estão fluindo ou se estão estagnados. Geralmente chegamos na metade do caminho e temos esse momento de reflexão.

Então resolvi trazer um pouco das conquistas e "fracassos" do primeiro semestre para analisar e identificar onde eu errei e onde acertei. Além disso, devemos celebrar as nossas conquistas e esse post vai servir pra isso também.

Vamos lá:

1.  Recebi uma resposta de Deus para algo que eu deveria fazer. Fiquei super feliz e animada, mas não mexi um dedo pra fazer isso. É uma das coisas que pretendo tentar iniciar nesse próximo semestre. 
2. Fui no Mission Arts e isso mudou minha perspectiva para várias coisas e me impulsionou para o trabalho missionário. 
3. Comecei a fazer um treinamento no Missão Artistas de Cristo, um grupo missionário que usa a arte como estratégia para alcançar vidas. Ainda pretendo falar em um post específico sobre isso com mais detalhes. Viajei para São Paulo e Santa Catarina com o grupo missionário e tenho amado fazer parte disso a cada dia. 
4. Iniciei o último ano da faculdade e passei por 2 estágios (clínica e hospital) bem puxados, que me fizeram repensar muito sobre o que eu realmente queria fazer depois de formada.
5. Entrei na Farofa Empresa Junior de Gastronomia e Nutrição. A empresa é vinculada a faculdade e é formada por alunos de ambos os cursos. Tenho aprendido bastante estando na empresa mas também me frustrado com outras. Tem que ter muita disciplina e organização, pelo menos eu me vi precisando disso. É necessário trabalhar em equipe e saber lidar com as diferenças de cada um. Um dia faço um post só sobre a Farofa. 
6. Comecei a ler a Bíblia inteira de novo e falhei de novo. Confesso que eu já tentei várias vezes ler a Bíblia inteira, mas ainda não consegui terminar. É fato que quanto mais você lê mais sente vontade de ler. Dessa vez eu fui mais longe, seguindo um método de leitura diferente, mas por conta da faculdade e outros diversos motivos eu fui reduzindo a frequência até não ler mais. Quero voltar a ler nesse segundo semestre e adquirir o hábito. 
7. Surtei várias vezes, me sobrecarreguei, chorei porque não aguentava mais, mas agora eu consigo ver onde errei e vou consertar.

E você? Já refletiu sobre seu primeiro semestre? Lembre-se que os erros fazem parte da nossa vida, afinal, somos todos humanos. Só não vale desistir. Conta aqui nos comentários a sua experiência e me fala se gosta desse tipo de post.

2018, um ano caótico porém incrível


Confesso que aconteceu muita coisa nesse ano, coisas até demais. Eu diria que foi um ano conturbado e caótico, saí do estágio, fiquei sem dinheiro, foi um dos anos mais difíceis até agora na faculdade (tem o último ainda), muito mais responsabilidades, trabalhos apresentados em congressos e demais eventos acadêmicos, projetos a parte da grade curricular, minha vó faleceu etc. 

Sim, esse ano veio com várias dificuldades, tristezas e crises, mas tenho certeza que consegui superar todos eles e cada um veio seguido de grandes conquistas, alegrias e alguma característica nova na minha personalidade. Acredito que se fosse para elencar o melhor e o pior momento de 2018 a tarefa não seria fácil, mas na balança entre coisas boas e ruins, as boas vencem, então vai uma mini lista dos melhores momentos do ano:

Faculdade e suas conquistas.

Comemoração: logo depois da última prova do ano

Progredi muito na faculdade esse ano, não sei se é devido à formatura estar cada vez mais perto e eu estar mais perto de ser uma verdadeira profissional ou talvez pela forma como lidei com as dificuldades e oportunidades, não sei. Só sei que esse ano foi bem agitado, eu sempre estava envolvida com algum projeto, atividade complementar e monitoria que me fizeram crescer e me auxiliaram na vida acadêmica. Tenho muito orgulho de dizer que em 3 anos de faculdade não peguei nenhuma dependência muito menos precisei passar por alguma final. Graças a Deus, apesar das dificuldades que temos durante as aulas e todo o resto, tenho pessoas maravilhosas ao meu lado que me auxiliaram nesse processo, não teria conseguido sozinha.

Como a Letícia, que é a minha dupla para tudo - inclusive minha dupla de TCC. Nesse ano, eu e ela participamos de vários eventos, os quais apresentamos alguns (muitos) trabalhos. Nos meus trabalhos o nome dela estava e vice e versa. Um dos trabalhos que ela apresentou no 4º Congresso Paranaense de Saúde Pública/Coletiva ganhou o 2° lugar na categoria “Alimentação, nutrição e saúde”, ficamos bem felizes com essa conquista. Isso nos motiva a continuar e fazer cada vez mais o nosso melhor.

Tive uma festinha de aniversário



Eu nunca fazia nada no meu aniversário, no começo do ano sempre fazia o mesmo discurso que seria diferente, mas quando chegava a data sempre dava em nada. Mas esse ano foi diferente, eu queria fazer nem que fosse um bolo e chamar algumas pessoas. Pedi para minha amiga Ana (@brigadeirandopd) fazer um bolinho - maravilhoso por sinal, - eu fiz alguns brigadeiros, cachorro quente e uns sanduíches, bem simples. Chamei carinhosamente de "bolinho dos 21". Foi uma tarde bem especial e memorável para mim.

Fiz trilha e subi um morro pela primeira vez



Está aí algo que sempre quis fazer mas nunca tinha tido a oportunidade, mas no último dia de setembro consegui realizar graças aos meus amigos que me convidaram. Subimos o Morro do Camapuã e em seguida o Tucum, foram 2h30 de subida bem desafiadoras, várias vezes pensei em desistir, mas no fim deu tudo certo e que me renderam algumas reflexões, aguardem.

Dancei para caramba


Eu amo dançar e definitivamente esse ano eu dancei demais. Jesus fez coisas incríveis através da dança, eu e o restante do Ministério de dança Kadoshi (@ministeriokadoshi), o qual faço parte, ministramos em escolas, praças, terminal central aqui da cidade e muitas igrejas pela graça. Somos muito gratos por todas as oportunidades que Ele tem nos dado.

Maturidade e identidade

Sei que essas duas coisas sempre estarão em processo, entretanto esse ano eu pude perceber que houve grande evolução em relação à minha reação sobre às dificuldades. Eu cresci demais esse ano e posso dizer que comecei a entender um pouco melhor quem realmente eu sou nEle. 

Ganhei amizades especiais


Show do Amen Jr, esse dia vai ficar gravado nas nossas mentes

Por fim, encontrei pessoas dentro da faculdade com o mesmo propósito que eu, inclusive uma dentro da minha sala que foi "amizade à primeira conversa". Jesus reservou esses seres incríveis para me apoiar em momentos difíceis quando perdi meu celular, quando minha vó faleceu, para me acompanhar no melhor show que eu já fui na vida (aka Amen Jr) e para realizar uma conferência dentro da faculdade, yes. 

Amigos na conferência que fizemos na faculdade <3 amo muito
O objetivo desse post na verdade é enfatizar a prática do exercício da gratidão. Olhar para o ano que passou com olhos de gratidão em vez de tristeza. Não digo que foi fácil esse ano, como disse, foi um ano caótico, onde precisei me reerguer e me encontrar várias vezes, mas eu posso ser grata por esses momentos e esquecer um pouco das dores, embora elas também façam parte do processo de crescimento. Precisamos examinar todas essas coisas e ficar com aquilo que for bom (1 Tessalonicensses 5:21). Eu poderia falar de muito mais fatos desse 2018 tanto para agradecer quanto para "reclamar", mas acho que estes já são suficientes, o resto eu deixo para as próximas reflexões. Que venha 2019.

Descarregamento de informações

Foto improvisada 
Olá! Como vai?

Eu sei, eu sei, muito tempo longe, mas uma coisa que esse blog já está acostumado é viver de hiatus. Apesar desse tempo todo sem postar, não parei de escrever, só não tive tempo nesse ano para amadurecer os textos que me ocorriam. O fato é que agora que estou de férias (posso ouvir um 'amém'?) consegui dedicar um tempo para isso, então alguns dos próximos posts serão textos "antigos", que o problema já foi superado e resolvido, mas acho que valem a pena serem postados.

***

Antes de eu querer escrever sobre algo específico, preciso desenrolar algumas coisas. Minha mente tá uma confusão. Não estou conseguindo sair do lugar.

No geral, eu me considero uma pessoa organizada, motivada e inspirada, mas nem sempre consigo colocar em prática tudo que passa na minha mente. E percebo que isso tem refletido na minha vida, no meu quarto, na faculdade, no meu home office, e por aí vai. Toda essa bagunça, seja o armário cheio de roupas, as bolsas que ficam rolando de lá para cá, os papeis que estão espalhados na mesa, tudo se perde e esconde o que é importante de fato. A todo momento eu preciso me desfazer de alguma coisa, de renovar outras e de liberar espaço. Já assumi que sou uma acumuladora de tralhas, e não estou falando apenas de coisas físicas.

Na minha mente se passam mil coisas ao mesmo tempo, até coisinhas pequenas são consideradas preocupações, como tarefas que poderiam ser adiadas, ou uma mensagem que poderia ser respondida depois. Essas coisas se confundem no meio das ideias. Eu acho que talvez aquele pensamento seja uma ideia, mas na verdade não é, sendo apenas uma preocupação boba que fica me atormentando. Não sei bem qual é a solução para isso, nem mesmo o que pode estar causando essa bagunça, só sei que quero resolver o quanto antes.

É necessário esvaziar a mente desses pensamentos, liberando espaço para as ideias, para boas memórias e para o que vale a pena.

Perdão caro leitor, sei que não tem nada de interessante nas palavras acima, não tem nenhuma lição de moral, nem uma dica para a vida. Lamento você ter lido até o final, mas precisava deixar registrado que minha mente geralmente é uma confusão, só que isso você já deve ter percebido faz tempo.

Confesso que de tão bagunçado tive de reescrever várias vezes para seguir uma linha de raciocínio. Nesse meio tempo, o Pai me lembrou e lembra toda vez que me encontro nessa situação confusa e cheia de preocupações do seguinte versículo:

Entreguem todas as suas preocupações a Deus, pois ele cuida de vocês. (1 Pedro 5:7)

E mais uma vez me vi vulnerável na presença dEle, dependente do Seu amor que tem me feito olhar para dentro e ver que sem Ele eu não sou nada, eu sou confusa, mas Jesus me organiza, me dá descanso, me acalma e coordena a minha vida.

Quantas metas eu cumpri?

Olá pessoal! 

Quem se lembra qual foi o primeiro post dese ano? Obviamente que foi o de metas a serem realizadas, era uma TAG com 16 itens para serem cumpridos ao longo do ano e agora veremos se eu consegui, ou não. 

1. Conseguir um emprego: 
Não foi bem um emprego, mas é um estágio e já fico bem feliz com isso!

2. Viajar:
Tive pelo menos a oportunidade de conhecer uma das praias do Paraná, fui agora no finalzinho do ano para Caiobá, pena que choveu e não deu para aproveitar tanto assim.

3. Tirar minha carteira de habilitação:
Eu estava tão ansiosa para fazer a carteira, porque eu já tinha 18 anos e tinha que fazer, mas e o dinheiro? Não é tão fácil assim. Como eu consegui o estágio no final do ano, a carteira ficou pro final do ano também. Pelo menos eu fiz a matrícula na auto-escola!

4. Tirar o passaporte:
Eu nem me esforcei para cumprir essa meta, sinceramente. Comecei o ano super animada, mas também não tinha dinheiro. Ainda bem que não é urgente, não é?

5. Ler mais + escrever mais:
Ler livros um atrás do outro como eu gostaria não foi possível, mas a escrita aumentou bastante, não como gostaria também., A correria da faculdade acabou me desligando um pouco desse "mundo".

6. Fazer exercícios + me alimentar melhor:
Mais uma meta que não foi bem cumprida. No começo do ano eu estava super animada, então veio a faculdade e desisti, depois eu me animei novamente, fiquei um tempo (bem pouco) e desisti de novo, é muito difícil manter uma vida saudável numa casa em que as pessoas não estão no mesmo ritmo que você, além de todas as outras tarefas.

7. Assistir mais séries:
Acredito que cumpri essa meta, iniciei várias séries esse ano, não terminei nenhuma ainda, mas poder assisti-las é um prazer!

8. Procrastinar menos:
Em partes consegui, é uma luta contra essa vontade de deixar tudo para depois.

9. Aproveitar o tempo livre:
Nem sempre dava para aproveitar o tempo livre, porém acredito que fui muito feliz com os meu amigos esse ano, então o tempo livre foi bem aproveitado.

10. Cuidar do meu cabelo:
Não fiz nada de especial no cabelo e fiz poucas hidratações durante o ano, acho que não cumpri esse item.

11. Me dedicar mais aos estudos:
O objetivo desse item era estudar novamente para o vestibular, mas Deus me deu uma bolsa na faculdade, haha. Mesmo assim me dediquei bastante na faculdade (poderia ter feito mais), aprendi muuuuita coisa que nem imaginei aprender. Saí do quase zero conhecimento em química parar saber razoavelmente bem bioquímica!

12. Não desistir do blog:
Ainda estou aqui, não é? Eu sei que o blog teve vários hiatus, mas sempre tentei voltar.

13. Juntar dinheiro:
Impossível sem renda mensal, não consegui cumprir essa meta.

14. Voltar a tocar violão:
Eu peguei no violão alguns dias, mas não aprendi coisas novas.

15. Aprender um pouco mais do inglês:
Acho que evolui um pouco no inglês, ainda não consigo falar bem, mas estou entendendo algumas frases que escuto em músicas, quando as escuto pela primeira vez. E agora comecei a praticar mais a pronúncia.

16. Espiritual:
Aprendi que nós nunca devemos estar satisfeitos com o nosso nível espiritual, mas fico feliz por ter estabelecido algo com Jesus, um relacionamento verdadeiro esse ano. E agradeço muito aos meus amigos que estiveram comigo nessa caminhada.


Bom gente, esse post estava escondido na verdade, mas resolvi liberar, visto que faz parte da minha história com o blog. 

Apareci + "automotivação" + organização pessoal


Oi gente.

Desde o meu último post (acabei de perceber que faz um mês hoje) a minha vida ficou mais corrida, e você se pergunta "mais ainda?" e eu afirmo que sim. Agora eu não tenho mais minhas "tardes livres" e a minha noite de sono começa mais cedo hehe.

Enfim, como sempre, entrei mais uma vez naquele conflito interno de desistir do blog, porque, convenhamos, já estou cheia de tarefas e coisas para fazer. Além do mais, me sinto frustrada de não conseguir concluir meus projetos. Entretanto, não vou desistir não. O blog ainda é um sonho e uma forma de fugir de tristezas, por exemplo.

A verdade é que estou me adaptando à nova rotina ainda, por isso peço paciência. Preciso me organizar em diversos pontos para conseguir conciliar todas as tarefas e fazer direito.

Falando em rotina, eu não vivo algo certinho que acontece todos os dias (tirando sair cedo para a faculdade e voltar mais ou menos tarde por causa do estágio), e isso não é uma reclamação, que fique bem claro, eu amo tudo isso. Cada dia é uma coisa diferente e por isso não consigo me planejar corretamente para tudo. Não é todo dia que eu consigo assistir pelo menos um episódio da minha série favorita, ou ler algumas páginas de algum livro, ou estudar um assunto difícil, enfim.

No final das contas, a minha saúde está sendo afetada por tudo isso. Não só o estresse e as frustrações, mas a minha alimentação não tem sido a mais adequada. Bem bonito pra minha cara sendo que estudo nutrição.


Ao escrever tudo isso, percebo que é o primeiro passo para me organizar mesmo. Acho que precisava ser sincera comigo mesma. Sou humana, por isso fico sobrecarregada, me canso, choro, faço planos, concluo ou não, e não é por isso que a minha vida vai deixar de ser vida, o que altera é a qualidade dela. 

Eu coloquei tudo num papel o que desejo fazer todos os dias e acho que isso me ajuda a ver as coisas a longo prazo. Preferi deixar essa organização em off, até porque é bem pessoal e isso permite com que eu me cobre menos. 

Tenho diversas dúvidas do que postar por aqui, penso em fazer uma enquete no Facebook, mas sei que quase ninguém vai responder. Bom eu vejo isso com o tempo.

Então é isso, esse post era mais para aparecer aqui mesmo, agradecer a Deus por me proporcionar tantas coisas boas nesse ano e me explicar um pouco sobre o sumiço (bem frequente, não é mesmo?). Ficou meio aleatório, eu sei.

Se você tem alguma sugestão, ou alguma coisa pra falar. Comente ↓

Envelheci e criei um canal no YouTube

Olá, pessoal!

A pessoa que vos fala neste post não tem mais a mesma idade daquela do post anterior. Siim! Fazem dois dias que não tenho mais 18 e sim 19. PÁ. Você acredita? Eu sei, parece bobeira, mas a cada ano que passa eu percebo que estou crescendo. 

"Nossa, Jéssica, que óbvio!"

Até pode ser, só que é engraçado, porque justo nessa data a gente para para analisar isso. E como eu sou grata a Deus por todas as conquistas, todos os sonhos e desejos realizados, e também pelos sonhos e desejos que eu tenho no momento. Sei que a gente vive por um propósito, então sonhar é um objetivo.


E como todo ano eu escrevo um texto de aniversário, porque sempre me inspiro, achei legal trazer alguma coisa diferente. E como você deve ter percebido pelo título desse post o diferente veio na forma de vídeo. Eu tentei fazer algo engraçado, que eu não precisasse falar nada ~não estou preparada para tal~ e de quebra tirar sarro da minha velhice e comemorar meu aniversário.

Estou apaixonada por essa foto ♥

De certa forma, esse aniversário teve suas peculiaridades. Por exemplo, depois de muito tempo não choveu no meu aniversário! Ele caiu num sábado (sempre quis isso) e ainda dentro do feriadão, coisa melhor não tem. 

E diferente do que eu disse a dois anos atrás, nesse último ano eu parei de trabalhar, me desesperei, esperei, aprendi a confiar, Deus me deu uma faculdade para estudar, fiz novas amizades (incríveis por sinal), aprendi um pouco mais de Bíblia e percebi que eu não sei é nada, desenvolvi novas manias, curei outras e melhorei a organização do meu quarto. Vamos ver ano que vem, se Deus quiser! ♥


Ah gente, antes que eu me esqueça, o canal no YouTube é uma brincadeira, não estou virando youtuber ou coisa do gênero, é mais um complemento para o blog quando for necessário, ok? Tenho projeto sim para para o canal, mas estão sendo bem pensados e colocados nas mãos de Deus. E confiram o vídeo hahaha:



O que vocês acharam? Comente↓

7 Coisas que aprendi com um celular roubado


Olá pessoal, tudo bem? 

Para quem não sabe meu celular foi roubado faz umas três semanas e eu fiquei de comentar o que aconteceu. A verdade é que eu achei a história meio sem graça e decidi trazer além da história os aprendizados que tirei de toda essa situação.

Como aconteceu?

Depoimento:

"Eu estava esperando o ônibus no terminal como quase sempre, porque aquele não é exatamente o caminho que eu faço todos os dias, mas queria fazer diferente naquele dia. Quando percebi que o ônibus estava chegando eu peguei o celular do bolso da bolsa (?) para ver o horário. 13:01. Guardei o celular e me concentrei nas pessoas descendo do ônibus. Depois que entrei e sentei o meu celular não estava mais lá. Foi assim." 

Na hora eu fiquei desesperada porque tinha uma vida naquele celular, mas fui me acalmando e até agora, aprendi algumas coisinhas. Quer ver? Só continuar lendo:

Simulação do lugar que guardei o celular -.-

1. Guardar em um lugar seguro: com certeza depois dessa eu aprendi que aquele bolso não é o melhor lugar para se guardar um celular. Agora só dentro da bolsa.

2.    Ficar mais atenta: eu sou bem distraída e depois disso comecei a ficar bem atenta em tudo e cuidando da minha bolsa sempre. Tenho medo de roubarem até os meus cadernos.

3.    Não ficar mexendo no celular em lugares públicos: por mais que o roubo não tenha ocorrido por causa desse descuido, eu prefiro evitar.

4.    Usar um relógio: eu tenho quase certeza que o ladrão só soube onde eu guardo o celular porque eu fui ver o horário, agora eu não olho a hora no celular. Preciso ainda de um relógio, mas no ônibus/terminal/rua eu não fico sabendo da hora.

5.    Pode acontecer com qualquer um: eu pensava que estava imune desse tipo de coisa, sei lá, achava que nunca aconteceria comigo, mas aconteceu e agora eu sei que todos devemos ter cuidado não só para esse tipo de situação.

6.    Devemos parar de ser tão materialistas: por mais que a maioria dos aprendizados tenham a ver com o cuidado para não acontecer de novo, eu percebi que algo material não deveria influenciar no nosso humor e nem no decorrer do nosso dia a dia. Eu entendo que elas facilitam a nossa vida, mas existem coisas mais importantes, você não acha?

7. Ver coisas positivas até da pior situação: essa não é de longe a pior situação que passei na vida e até agora agradeço a Deus por ter sido apenas um furto, ou seja, não ter nem visto o ladrão. Mesmo ali Deus me protegeu e evitou que talvez eu reagisse no caso de um assalto.

E agora deixo fotos de posts que ele apareceu aqui no blog para lembrar desse companheiro que esteve comigo durante horas difíceis enquanto fazia o TCC, madrugadas, por todas as fotos tiradas, músicas tocadas e conversas. Saudades Samsung Glaxy S3 Neo Duos.


Sou muito dramática? Capaz, hahaha só pra fazer uma gracinha, afinal, como dizem por aí, tem que rir para não chorar. Aah, e esse celular que apareceu nesse post é o meu novo celular, o Samsung Galaxy J3 6, por enquanto estou bem feliz com ele hahahaha.

E vocês já passaram por uma situação dessas? Se sim o que você tirou de proveito dela? Comente ↓